Vereador Flavinho do Açougue solicita informações sobre Guarda Mirins e também pede limpeza e iluminação

Esses foram os assuntos de destaque do parlamentar na 4ª Sessão Ordinária

02/03/2018

O Vereador Flavio Luis Ambrozim “Flavinho do Açougue” (PMDB) fez diversas solicitações durante a 4ª Sessão Ordinária, realizada na última segunda-feira, 27. Iluminação de rua no Jardim Guaporé, limpeza de terreno público e informações sobre a guarda mirim foram os destaques.

Sobre a guarda, o parlamentar solicitou que a Prefeitura contrate um número maior de guardinhas. “Tivemos a informação que a AMO SIM rescindiu o contrato com 30 adolescentes. A prefeitura tem um papel muito importante nesse trabalho com os guardinhas, em gestões anteriores o número de jovens na Prefeitura chegava a 100 e lá apreendiam noções de contabilidade, escritório, responsabilidade”, disse.

Flavinho destacou a questão social do tema. “Hoje a Prefeitura tem apenas 28 guardinhas. Sabemos do problema sério das drogas, das pessoas mal intencionadas com os jovens e se eles tiverem realizando, realizando atividades, com certeza, ficarão longe disso”.

Sobre a questão da iluminação, o vereador pediu troca de lâmpadas queimadas na Rua Edwin Haslinger, no Jardim Guaporé. “Fui procurado por moradores que além do mato e buraco estão também enfrentando o problema da escuridão. É uma sequência de várias lâmpadas queimadas, são crianças, senhoras, estudantes, pais de famílias que estão sem segurança. A população paga caro pelo serviço, a CIP aumentou, o IPTU aumentou e a situação é lamentável”.

Flavinho ainda destacou o problema da limpeza em terrenos públicos. “Quando o proprietário de um terreno não cuida, deixa abandonado, com mato alto, sem calçada e mureta, a Prefeitura tem obrigação de agir, de notificar e se o dono não agir, a prefeitura cobra o serviço. Mas e quando o terreno com mato, lixo e entulho é da Prefeitura?”.

O vereador mostrou um vídeo de um terreno público ao lado de uma escola. “As mães não conseguem circular com as crianças, não existe calçada. Como a Prefeitura vai cobrar, se não faz o dever de casa?”, finalizou.